Monday, January 31, 2005

Jornalista José Pedro Castanheira apresenta "No Reino do anonimato"

O livro «No Reino do Anonimato - Estudo sobre o jornalismo online», do jornalista do semanário «Expresso» José Pedro Castanheira, é apresentado, no próximo dia 2 de Fevereiro, na Biblioteca Municipal de Espinho, por Joaquim Fidalgo, docente da Universidade do Minho.

Esta obra analisa as vantagens e desvantagens do imediatismo da Internet, os riscos e perigos da mesma, sendo um dos primeiros estudos efectuados em Portugal sobre este meio de comunicação. Aborda a liberdade de expressão, a globalização, o acesso a vários tipos de informação, a interactividade permitida, ressaltando a atracção e o perigo do anonimato.

Nascido em Lisboa, no ano 1952, José Pedro Castanheira dedicou-se ao jornalismo a partir dos anos setenta, tendo sido um dos fundadores do diário «A Luta», em 1975, do qual foi chefe de redacção.

Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas (1985/86) e da Comissão Organizadora do 3/o Congresso dos Jornalistas Portugueses, em 1998. Desde 1989 que trabalha no semanário «Expresso», no qual se dedica, sobretudo, à grande reportagem e ao jornalismo de investigação, tendo recebido, entre outros galardões, o Primeiro Prémio de Reportagem, do Clube Português de Imprensa, em 1993 e 1997.

in http://www.jornalistas.com/noticias.php?noticia=1515

Thursday, January 27, 2005

Maravilhas da Tecnologia

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Friday, January 21, 2005

O que Adelino Gomes diz...

Renovação é condição de sobrevivência. Do jornalismo.
E é condição de afirmação mínima de qualquer geração.
Renovação ou revolução, claro, mas essa chance nem a todas as gerações a história a oferece como ofereceu à minha (e penso poder englobar nesta constatação não apenas portugueses: aos angolanos, aos cabo-verdianos, aos guineenses, aos são-tomenses, aos moçambicanos foi dado o privilégio de viverem o fim do capítulo colonial e a abertura de um novo livro que ia ser escrito desde a primeira linha). Do que nós fizemos dessa chance, são outros contos…

Nenhuma objecção pois, deve ser oposta. Antes pelo contrário. É da natureza do homem, como das sociedades, e portanto das gerações, que se nasce (isto é, aprende), cresce (isto é, se instala, tomando o poder) e se morre (isto é, se cede ou perde o poder, quando a caminho da reforma e do adeus definitivo).

Portugal e a minha geração não fogem à regra.

Estão aí os sinais todos da passagem de testemunho (mais ou menos pacífica, mais ou menos violenta, mas sempre inevitável).

Alguns são positivos, vários outros são negativos. (...)

ler mais em http://www.clubedejornalistas.pt/DesktopDefault.aspx?tabid=287

Monday, January 17, 2005

Morte na Praia



Dois jovens, um de etnia cigana e outro de raça negra, morreram na sequência de conflitos com outros indíviduos, possivelmente gerados por questões raciais, na praia de Albarquel, em Setúbal. Armando Jorge, de 22 anos e Gonçalo, mais conhecido por “Chiki”, de 17, foram agredidos mortalmente com uma arma branca, no exterior do espaço de diversão nocturna onde supostamente tudo terá começado. O autor do duplo homicídio, alegadamente um indivíduo de nacionalidade brasileira, pôs-se em fuga e encontra-se, até ao momento, em parte incerta.

“Mataram-no com uma catana”, disse à reportagem de “O Crime” Maria de Lurdes da Conceição, tia de Armando Jorge Maia Mendes. Segundo nos disse, o sobrinho, solteiro e sem filhos, era um jovem pacato mas que “como todos os outros se gostava de divertir”. Á porta da morgue do Hospital de S. Bernardo, fomos encontrar, na tarde de segunda –feira, dezenas familiares e amigos do jovem de etnia cigana, à espera que o corpo fosse autopsiado. A dor e a revolta era bem visível no rosto dos pais e irmã mais nova de Armando que, segundo nos disseram, ainda se encontravam em “choque” com o sucedido. Para Lurdes Conceição o duplo homicídio está relacionado com “racismo” entre brasileiros e indíviduos de raça negra, supondo-se que as provocações tenham começado ainda dentro da discoteca. “Estes brasileiros, se calhar estão cá ilegalmente, e vêm matar os nossos com catanas”, desabafa ao nosso jornal. Opinião idêntica à de António, um amigo da família desta vítima, que diz que “tudo se tratou de uma guerra entre negros e brasileiros”, no qual Armando Jorge “foi apanhado”.

Segundo apurou a reportagem de “0 Crime”, tudo aconteceu por volta das 06h30m , após o encerramento do estabelecimento de diversão nocturna, quando um grupo de cerca de 20 indíviduos (de nacionalidade portuguesa, brasileira, de etnia cigana e raça negra) se envolveram em cenas de pancadaria e grande violência verbal no parque de estacionamento da praia. Na sequência dos confrontos Armando Jorge foi apunhalado e Gonçalo “Chiki”, que já se encontrava dentro do seu carro, terá saído em sua defesa acabando também por sucumbir, vítima de ataque com arma branca. Este jovem, morador no bairro de S. Gabriel, tinha sido pai de um menino há cerca de um mês.

Homícida a monte

A GNR de Setúbal foi chamada ao local perto das 07h00, tendo procedido ao isolamento da área tendo interditado o acesso ao local o local da ocorrência entre as 07h e as 10h, salvaguardando a área de todos os curiosos. Excepção feita aos exploradores dos quiosques da praia de Albarquel a quem foi permitida passagem. Quando chegou ao seu estabelecimento, por volta das 09h30m, Berta Reis disse ao “O Crime” que, para além de muita polícia e bombeiros no local, ainda viu os corpos das vítimas enrolados em lençóis, provavelmente, “a aguardar a chegada do Delegado de Saúde”. A proprietária do Quiosque “Berta Reis” disse ao “O Crime” que “devia haver mais policiamento à noite” na zona pois quase de certeza que se irão seguir “actos de vingança” por parte dos amigos das vítimas.

Contactada pelo “O Crime”, a Polícia Judiciária diz que as investigações “continuam a decorrer” não havendo novidades. Na tarde de segunda-feira, segundo informação da PJ, o presumível duplo homícida ainda se encontrava a monte.

Texto e foto: ERG /publicado no Jornal O Crime, edição de 13 de Janeiro de 2005

Wednesday, January 12, 2005

O que Francisco Pinto Balsemão diz...

Sobre o jornalista “multimédia”

"(…) Não devemos caricaturar o jornalista com o computador às costas, a câmara de televisão numa mão, o microfone, na outra e o bloco no bolso (…) nem tudo é para fazer assim (…). O jornalismo escrito vai ser cada vez mais completado com algo que apareça no site do jornal (,,.) imagens em movimento e não só o papel e a fotografia. (…) Prefiro que sejam jornalistas a fazer isso do que outros que não obedecem a códigos nem têm nenhuma responsabilidade (…)”

mais para ouvir, hoje à noite na entrevista moderada por Estrela Serrano e com as presenças de Diana Andringa e Fernando Correia que vai preencher a emissão desta semana do “CJ na TV”.

in http://www.clubedejornalistas.pt/DesktopDefault.aspx?tabid=275

Programa Clube de Jornalistas com novo horário

CJ na TV passa a ser emitido quarta-feira à meia-noite
A mudança é já esta semana. No programa com que se inicia o segundo ano de emissões n'A Dois vai estar presente Francisco Pinto Balsemão, para quem o jornalismo é, antes de mais, «uma paixão». Foi o que disse numa entrevista moderada por Estrela Serrano com a presença de Diana Andringa e Fernando Correia. Balsemão defendeu o funcionamento pleno dos Conselhos de Redacção e dos estatutos editoriais, como forma de enfrentar ameaças ao pluralismo e à liberdade de expressão.

in http://www.clubedejornalistas.pt/DesktopDefault.aspx?tabid=38

Tuesday, January 11, 2005

Uma vida a duas rodas

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Henrique Vieira Adão nasceu a 28 de Dezembro de 1921 e é conhecido por, aos 83 anos, ainda se fazer transportar na sua fiel bicicleta.
Começou a trabalhar aos 16 anos “a cortar pinheiros” e foi, entre outras coisas, empregado na agricultura e na indústria da serração.
Henrique Adão comprou a sua primeira bicicleta aos 18 anos e toda a vida se fez transportar neste veículo de duas rodas, garantindo-nos “nunca ter tido um acidente”. A bicicleta que o leva “de segunda a domingo” de Porto da Lage, onde reside, às Algarvias, num percurso de seis quilómetros que alterna “uns bocados a pé” e outros a andar de bicicleta, comprou-a há três anos e meio. Das Algarvias a Tomar prefere ir a pé, porque depois a subir “custa muito” se levar a bicicleta. “Até que seja vivo, se puder, vou andar sempre de bicicleta”, disse ao “O Templário”. Pela sua bonita idade, Henrique Vieira Adão está de parabéns por conservar ainda tão grande energia.

publicado na edição nº 836 - Jornal "O Templario" (12/30/2004)

Friday, January 07, 2005

Joaquim Fidalgo lança “Em Nome do Leitor”

O ex-provedor do “Público” Joaquim Fidalgo lança a 11 de Janeiro, pelas 18 horas, na Universidade Lusófona, em Lisboa, o livro “Em Nome do Leitor – As Colunas do Provedor do Público”, uma edição da MinervaCoimbra.

A sessão de lançamento – que será moderada por Mário Mesquita – deverá contar com as presenças de Joaquim Furtado, Manuel Pinto e José Carlos Abrantes, os actuais provedores dos leitores dos diários “Público”, “Jornal de Notícias” e “Diário de Notícias”, respectivamente.

in http://www.jornalistas.online.pt/noticia.asp?id=2870&idselect=297&idCanal=297&p=0